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Ministério da Saúde libera novos recursos para Pouso Alegre

O Ministério da Saúde liberou recursos para a Organização de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO) de Pouso Alegre. O município e outras sete cidades de Minas Gerais foram contemplados com verba no valor de R$ 2,16 milhões do Plano Nacional de Implantação das OPOs. A liberação foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (19). O repasse definido pela Portaria Nº 170 será anual. Pouso Alegre deve receber cerca de R$ 240 mil por ano.

“Esta é mais uma verba que reforça a estrutura da saúde pública em Pouso Alegre. O Plano Nacional de Implantação das equipes de captação de órgãos vai salvar vidas em todo o país, muitas delas aqui em Pouso Alegre”, comemorou o prefeito .

A verba liberada pelo Ministério para a Saúde de Pouso Alegre engrossa o bolo de recursos destinados ao setor pelo órgão nos últimos meses. Apenas em 2013, a Secretaria de Saúde deve captar cerca de R$ 8 milhões em verbas extras que serão investidas na construção de cinco novas unidades de saúde, um Pronto Atendimento e reforma e ampliação de outras 10 unidades básicas.

Frentes de trabalho

Os esforços da Secretaria Municipal de Saúde se concentram hoje em duas frentes. A primeira delas baseia-se no aprimoramento da atenção básica à saúde, com investimentos em infraestrutura, reformulação de processos administrativos e de base de dados, contratação e treinamento de pessoal, aumento da cobertura da Estratégia de Saúde da Família (ESF), além de inclusão do município em novos programas do governo federal.

A outra frente é justamente a liberação de procedimentos de alta complexidade para serem exercidos no município, como é o caso da oncologia, oncopediatria e das cirurgias endovasculares, recém-liberadas para a cidade.

“Pouso Alegre possui uma excelente estrutura de saúde nos setores público e privado. Com trabalho e estratégia podemos levar um atendimento eficaz, qualificado e cada vez mais humano aos pouso-alegrenses. Nesse caminho, sediar na cidade centros de saúde de alta complexidade como a oncopediatria tende a fazer da cidade uma referência”, esmiúça o médico Luiz Augusto.

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