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Nova biblioteca municipal recebe últimos retoques

A Prefeitura de Pouso Alegre, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, está dando os últimos retoques no prédio que pertenceu ao Fórum. Em reforma desde maio deste ano, o antigo endereço da justiça vai abrigar a Biblioteca Municipal Prisciliana Duarte de Almeida. Os contornos arquitetônicos clássicos do prédio vão dar o charme das grandes bibliotecas mundo a fora. Mas nem por isso a mudança deixará de modernizar o maior espaço de leitura da cidade. No novo endereço, a biblioteca vai contar com salas multimídias, de informática e pesquisa, além de um espaço com silêncio garantido para estudos em grupo.

As obras de revitalização interna do prédio já foram finalizadas. Pintura, fiação elétrica e tubulações readequadas. As obras agora se concentram na fachada do antigo Fórum. As paredes externas receberam uma massa especial essa semana, a preparação para a pintura que virá a seguir, finalizando as obras.

“Em algumas semanas concluiremos as obras de revitalização do prédio e, então, seguimos com o trabalho de catalogação e desenho do layout da biblioteca em seu novo endereço”, informa o secretário de Cultura e Turismo José Clévio.

Enquanto as obras de reforma são finalizadas, os funcionários da biblioteca já se preparam para a mudança. Concluem um layout que acomodará no prédio histórico o acervo municipal. Novos serviços e espaços serão oferecidos no novo endereço. Serão disponibilizadas duas salas para estudos em grupo. O espaço permite discussões coletivas em torno de leituras e pesquisas em um espaço reservado. Uma sala multimídia com data show e sistema de som ainda poderá ser utilizada para apresentações. Unindo o mundo dos livros à era virtual, a biblioteca ainda ganhará um conjunto de computadores com acesso à internet para pesquisas.

“Os novos serviços e espaços serão implantados ao longo dos próximos meses. Nas próximas semanas, nos concentraremos na mudança para o novo prédio. Trata-se de uma transferência complexa. São mais de 50 mil livros para serem catalogados, empacotados e depois transportados para o novo prédio”, explica José Clévio.

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