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Suposta dívida da Prefeitura com HCSL representaria 4% do total que a FUVS deve

A dívida, que é negada pela prefeitura, seria de R$ 3,1 milhões, o que representa menos de 4% dos R$ 80 milhões em dívidas apresentada da FUVS recentemente.

Em reunião na tarde de quinta(05) o Prefeito voltou a se pronunciar sobre a suposta dívida com o Hospital das Clínicas Samuel Libânio.

Segundo ele, os municípios são responsáveis pela gestão da saúde na atenção primária. Procedimentos de média e alta complexidade, ficam sob gestão do estado.

O prefeito esclareceu que os valores foram calculados sobre um suposto extrapolamento de procedimentos médicos a que o município sede, no caso Pouso Alegre, teria direito no hospital. “O Estado adotou uma política de estabelecer um limite máximo para o número de procedimentos realizados para o município que sedia o hospital de referência. Mas, com a regulação estabelecida pelo próprio Estado, hoje é impossível determinarmos se esses atendimentos são de pessoas residentes em Pouso Alegre ou em cidades vizinhas. Precisamos lembrar que somos referência para 53 municípios. Não podemos correr o risco de tirar dinheiro da saúde de Pouso Alegre para financiar a saúde de outros municípios”, pondera o prefeito.

A secretaria municipal de Saúde questionou essa obrigação lembrando que o município so é responsável pela atenção básica. Portanto, quem teria a obrigação de arcar com todo o custo gerado no hospital seria o estado. Por isso, os R$ 3,1 milhões, na visão da prefeitura, é dívida do governo de Minas.

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