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Quadrilha é presa por chefiar esquema de prostituição em Pouso Alegre e outras cidades

As garotas de programa eram enviadas para Pouso Alegre e outras cidades do estado. O serviço custava, em média, R$ 350, por uma hora e meia.

Um esquema de prostituição com central em Belo Horizonte, mas que também agia no interior de Minas, inclusive Pouso Alegre, foi desarticulado pela Polícia Civil. A “empresa”, oferecia um “cardápio” para os clientes com fotografias das mulheres. O escritório pertencia ao casal Sérgio Marques Geraldo, de 41 anos, e sua companheira Eva Maria Barbosa, de 38 anos. Eles agiam escondido numa empresa de fachada que atuava como analista de informática.

No local, duas mulheres recebiam ligações de clientes para combinar programas com garotas na capital e no interior, inclusive Pouso Alegre. As meninas eram agenciadas na capital e aqui recebia seus clientes. Os programas giravam em torno de R$ 350 por um encontro ou a R$ 800 por pernoite. As meninas também trabalhavam como acompanhantes em viagens, a preços a combinar.

Bambu Luar Scoth Bar, em sua página da internet são oferecidos serviços como: atendimento personalizado, em casa, motéis e hotéis, massagem tântrica, atendimento em festinhas e um "cardápio" com fotos das mulheres.

Bambu Luar Scoth Bar, em sua página da internet são oferecidos serviços como: atendimento personalizado, em casa, motéis e hotéis, massagem tântrica, atendimento em festinhas e um “cardápio” com fotos das mulheres.

A empresa mantinha também, na internet, uma página com fotos das garotas, elas escondem os rostos mas mostram todo o corpo. Os telefones das garotas de Pouso Alegre, depois da divulgação do desmantelamento do esquema, foram desligados nesta sexta-feira. Em Belo Horizonte a PC apreendeu mais de 300 celulares, com chips locais e etiquetados com os nomes das cidades.

O casal vai responder pelo crime de favorecimento a prostituição e lavagem de capitais, podendo pegar até 24 anos de prisão em caso de condenação. O gerente do bar, duas telefonistas, uma faxineira e dois motoristas que trabalhavam no escritório serão processados por favorecimento à prostituição, pois eles tinham conhecimento do esquema.

Segundo ela, o casal continua a ser investigado e outras quadrilhas estão sendo monitoradas. Novas prisões podem acontecer.

“Temos indícios da participação de outras pessoas. Agora, nossa intenção é manter as investigações”, disse.

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