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Bebê abandonado em telhado continua internado em Pouso Alegre

Recém-nascida teve hemorragia e passou por transfusão de sangue. Ela nasceu aos nove meses de gestação com 2,450 kg. Seu quadro de saúde é considerado estável

Bebê permanece internado na UTI Neonatal

Bebê permanece internado na UTI Neonatal

O bebê recém-nascido abandonado pela mãe em um telhado na noite desta terça-feira (2) em Pouso Alegre (MG), continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital das Clínicas Samuel Libânio. A menina sofreu uma hemorragia pelo cordão umbilical e precisou de uma transfusão de sangue. No entanto, segundo os médicos, seu quadro de saúde considerado estável.

A menina nasceu pesando 2,450 kg. “Ela estava com a temperatura baixa, em torno de 35º C, e muito pálida, consequência de um nascimento sem assistência”, explica Eduardo Magalhães, chefe do setor de pediatria do hospital. Segundo exames, a mãe já estava no nono mês de gestação.

Veja o momento do resgate:

Segundo o policial que fez o resgate, a menina deve receber o nome de Vitória. Através de uma rede social, o Sargento Silveira relatou como foi o momento em que salvou a menina.

Momento em que bebê foi salvo.

Momento em que bebê foi salvo.

Ao longo da minha carreira policial, pensei que já tinha visto de tudo e deparado com as mais diversas mazelas sociais…. ” – Viatura tal… desloque até a Avenida… segundo informações de vizinhos está ocorrendo um choro parecido com o de uma criança no telhado de um dos apartamentos”… sem a minima hesitação desloquei para o apoio, imaginando tudo, menos a cena que ficou gravada na minha memoria e que nunca esquecerei…. um pequeno ser de poucos centímetros, com um choro mirrado, como se pedisse “pelo amor de Deus, não me deixe morrer”… no ímpeto ignorei toda a razão, arranquei meu colete balístico e me projetei pela janela… pedi aos anjos que me emprestassem suas asas, caso o telhado de amianto desabasse e corri em direção àquele pequeno ser que implorava pela vida..peguei-a pelas mãos, coloquei-a junto de meu peito suado, porém aquecido… supliquei-a que abrisse os olhinhos e ficasse comigo naquele momento.. envolvi-a com uma tolha verde emprestada por uma das pessoas, das quais assistiam nos apartamento vizinhos… após coberta e aquecida levei-a para o hospital… o caminho parecia uma eternidade… quando conversa com aquele pequeno anjo, percebi o momento em que ela abriu os olhos, deu um sorriso!!! Naquele momento senti a presença de Deus e com os olhos cheios de lágrimas e o coração apertado por tudo aquilo vivido, reafirmei os meus votos de amor e obediência ao CRIADOR.

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