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Definidos nomes que vão compor CPI do IPREM

Gilberto Barreiro (PMDB), Ney Borracheiro (PPS), Wilson Tadeu Lopes (PV), Hamilton Magalhães (PTB) e Adriano da Farmácia foram os indicados de seu partido para integrar CPI que vai investigar supostas irregularidades nos repasses da Prefeitura para o IPREM

Vereadores se reúnem para definir composição da CPI. Foto: Câmara

Vereadores se reúnem para definir composição da CPI. Foto: Câmara

Os vereadores da Câmara de Pouso Alegre se reuniram na tarde desta quinta-feira (03) para definir os nomes que vão compor a CPI do Iprem. Coube aos blocos e partidos com assentos na Casa fazer as indicações, respeitada a proporcionalidade. O PMDB indicou o vereador Gilberto Barreiro, o PPS indicou Ney Borracheiro e o PV indicou o vereador Wilson Tadeu Lopes. O bloco formado pelo PTB e PSDB indicou o petebista Hamilton Magalhães. O vereador Adriano da Farmácia, do PTN, foi a escolha do bloco formado por PSL e PTN.

Com as cinco vagas ocupadas, o partido REDE e a minoria, formada por partidos com apenas um assento na Casa, se abstiveram de indicar nomes, dispensando a necessidade de fazer sorteio para definir os integrantes da CPI. Os cinco indicados se reúnem na próxima quarta-feira, 9 de março, às 15h, para definir, em votação, quem assume a presidência e a relatoria da comissão de investigação.

Os vereadores apuram supostas irregularidades nos repasses da Prefeitura para o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais, o Iprem. O pedido de abertura da comissão foi feito por integrantes da oposição, exercendo o direito da minoria. O pedido leva as assinaturas de Adriano da Farmácia (PTN), Flávio Alexandre (PR), Braz Andrade (PPS), Dr. Paulo (PSL) e Lilian Siqueira (PSDB). O presidente da Casa, Mauricio Tutty (PROS), acatou a proposta após parecer favorável emitido pelo departamento jurídico do Legislativo.

A investigação baseia-se em uma denúncia feita pelo Sindicato dos Servidores Públicos de Pouso Alegre, o Sisempa. Segundo o órgão, a Prefeitura não estaria fazendo os repasses regulares que lhe compete ao Instituto de Previdência. A irregularidade enquadraria o prefeito Agnaldo Perugini, segundo o sindicato, no “cometimento de infração político-administrativa”.

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