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Vigilância Sanitária interdita farmácia em Pouso Alegre

Farmácia de manipulação estava sem alvará sanitário e com matéria prima vencida dentro da área de preparo. Empresa informou que está se adequando ao que foi solicitado e que saída de farmacêutica gerou confusão

Farmácia de Manipulação foi interditada pela Vigilância Sanitária

A vigilância sanitária interditou na quinta-feira (1) uma farmácia de manipulação no bairro São Cristóvão em Pouso Alegre. A ‘Minas Formula’ estava sem o alvará sanitário e com a matéria prima vencida dentro da área de preparo.

Desde a sexta-feira (2) a farmácia está com as portas fechadas, e um cartaz foi colocado na porta dizendo que o local está fechado para reforma. O comunicado ainda avisa que as fórmulas prontas podem ser retiradas na ‘farmácia do Adriano’, que fica ao lado.

Aviso na farmácia diz que ela está fechada para reforma

O caso repercutiu nas redes sociais dando conta que a empresa seria do vereador Adriano da Farmácia. O PousoAlegrenet procurou o vereador, que disse que a farmácia de manipulação já não pertence a ele desde setembro de 2016, e sim a duas cunhadas, conforme consta em documentos.

A sócia da empresa, Marilia Da Silva Soares, que é cunhada do vereador, disse ao PousoAlegrenet que a farmácia estava sem farmacêutica responsável desde 11 de maio, mas que está dentro do prazo permitido de 30 dias: “O que pegou foi a falta de uma farmacêutica, mas a gente estava dentro de um prazo para contratação e preparação dessa pessoa que está em treinamento para iniciar ainda nessa primeira quinzena”.

A sócia diz que a saída da farmacêutica responsável gerou dificuldades a empresa: “Tudo isso me pegou de surpresa. Dentro do que a gente esta vendo, são algumas adequações, que eram para ser tratadas na gestão dela [farmacêutica que saiu], e acabou ficando”“A gente tem que ter responsabilidade, mas é uma pessoa que estava lá para gerir para a gente. Ficou esse momento confuso com a saída dela. Não tivemos esse tempo hábil para canalizar tudo”, disse.

Sobre a matéria prima vencida, a sócia disse que ainda não sabe quem as colocou na área de preparo. Segundo ela, os produtos ficavam dentro de um armário para descarte. “Em momento algum trabalhamos com produto de má qualidade ou com imperícia”.

Sobre as portas fechadas, a sócia disse que a empresa está buscando realizar as adequações necessárias: “Estamos adequando ao que foi solicitado, voltar com farmacêutica, regularizar alguma pendência de documentação, para em breve poder estar reabrindo. A gente prima pela qualidade”, disse.

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