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Base e oposição criticam prefeito por ‘estadualizar’ ensino médio municipal de Pouso Alegre

Sessão contou com a presença de estudantes e professores das escolas envolvidas

Sessão contou com a presença de estudantes e professores das escolas envolvidas (Foto: Terra do Mandu)

A decisão do Prefeito Rafael Simões (PSDB) em transferir para o estado as turmas de ensino médio que existem em escolas municipais, foi alvo de muitas críticas – alguns duras – por parte dos vereadores tanto de oposição, como situação, na sessão da terça-feira (26).

A sessão contou com a presença de estudantes e professores das escolas envolvidas: CIEM do Algodão, CIEM de Fátima, e CAIC do Árvore Grande.

Confira abaixo os principais momentos dos discursos na tribuna

Resumo

O mais exaltado foi Dito Barbosa (PSDB) que inclusive entregou o cargo de líder do prefeito na casa. Morador do bairro Algodão, sua família doou o terreno para construção do Ciem Prof Maria Barbosa, que leva o nome de uma parente do vereador, e é uma das escolas que terá o ensino médio passado para responsabilidade do estado.

Bruno Dias (PR) cobrou que o prefeito cumpra a promessa feita na campanha de manter o ensino médio, e disse que a educação do estado não é tão boa quanto a municipal.

A Professora Mariléia (PSDB) se disse contra a estadualização, mas defendeu que a qualidade de ensino estadual é a mesma da municipal. Ela criticou Bruno Dias (PR), lembrando que há 2 anos atrás ele divulgou um vídeo reclamando da falta de apostilas e superlotamento de salas no CAIC Arvore Grande. Mariléia ainda lembrou que diversas escolas estaduais em Pouso Alegre também assumem o ensino fundamental, que é de obrigação do município.

Campanha (PROS) sugeriu ao presidente Adriano da Farmácia (PR) que não coloque os projetos do executivo para votação até que o prefeito volte atrás. Ele também questionou se o pedido do Ministério Público teria mesmo tanta força.

Dr Edson (PSDB) disse que não se deve administrar o futuro de pessoas como se fosse uma empresa, e que com o corte das apostilas feitos no início do ano, a prefeitura já economizou R$ 12 milhões, que seria o suficiente para manter o ensino médio.