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Juiz confirma em documento que investigação não apura fraude em licitação em Pouso Alegre

Segundo juiz, a ação apura somente crime de ameaça com disparo de arma de fogo, sem a participação direta de servidores públicos do município.

Um ofício emitido pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Pouso Alegre confirmou que a busca e apreensão realizado pela Polícia Civil na Prefeitura de Pouso Alegre na segunda-feira (11) não apurava crime de fraude em licitação.

Segundo o juiz Túlio Márcio Lemos Mota Naves, a ação apura somente crime de ameaça com disparo de arma de fogo, sem a participação direta de servidores públicos do município.

Relembre o caso

Na tarde da segunda-feira (11), a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na delegacia de Pouso Alegre. A Polícia Civil informou à EPTV que existia uma investigação de possíveis fraudes em licitações relacionadas a uma ameaça. Na data a prefeitura havia informado à emissora que só se pronunciaria após decisão judicial.

Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na Prefeitura de Pouso Alegre (Foto: Thiago Godoy / Terra do Mandu)

Na terça-feira (12) a prefeitura contestou o mandado e a informação noticiada. Disse não entender o motivo da busca já que havia entregado as cópias dos documentos como solicitados, e reforçou que a investigação não se tratava de fraude, e sim de ameaça.

O prefeito Rafael Simões divulgou ainda vídeo junto ao empresário ameaçado negando que o caso se tratava de fraude, e chamou o caso de “grande montagem”. Ainda na terça-feira (12), o delegado Rodrigo Dias Bartoli confirmou a EPTV que havia suspeitas de fraude.

O PousoAlegrenet tentou contato com o delegado, mas não obteve retorno.

De acordo com o documento emitido pelo juiz, a ordem de busca e a representação policial foi legal. Ainda segundo o magistrado, o episódio desencadeou grande exploração política em atitude desproporcional.

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