
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recomendou que o prefeito de Passos deixe de usar servidor público na produção de conteúdo para suas redes sociais.
A recomendação estabelece também que não seja usado qualquer recurso da administração municipal na produção destes conteúdos.
A decisão é resultado de uma representação recebida pelo MPMG apontando possíveis atos de improbidade administrativa.
Segundo o documento, há indícios de que funcionário da Prefeitura estaria sendo empregado para alimentar as redes sociais pessoais do prefeito, o que configura uso indevido de recursos públicos.
Apurações iniciais indicaram que um servidor terceirizado seria o responsável pela produção dos vídeos publicados nas redes sociais privadas do chefe do executivo municipal.
Diante da gravidade da situação e da necessidade de interromper imediatamente a prática, o promotor de Justiça, Paulo Frank Pinto Junior, recomendou que o prefeito se abstenha de usar servidores e recursos públicos para fins privados.