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Mãe e filha cadeirante ficam 4h esperando por ônibus adaptado em Pouso Alegre

Após polícia ser acionada, Princesa do Sul mandou van para pegar mãe e filha.

Mãe e filha ficaram 4h esperando por ônibus adaptado em ponto de Pouso Alegre (Foto: Reprodução EPTV)

Mãe e filha ficaram 4h esperando por ônibus adaptado em ponto de Pouso Alegre (Foto: Reprodução EPTV)

Moradores de Pouso Alegre ficaram indignados com a situação que passaram a mãe e uma criança cadeirante após ficar quase quatro horas em um ponto esperando por um ônibus adaptado para pessoas com deficiência. O caso aconteceu na quarta-feira (30) em Pouso Alegre (MG).

A mãe, Priscila Marroze Moraes Melo e a filha Giovanna (3 anos), chegaram por volta das 14h30 no ponto final para pegar ônibus de volta para casa. Porém, o ônibus que deveria passar as 15h, e todos os outros que vieram depois, não tinham rampa de acesso.

“Quando o ônibus não vem adaptado, é o elevador que não funciona. Tem que pegar no braço. E quando não é o elevador, é o cinto de segurança no ônibus que aí a gente tem que segurar a cadeira no braço, pra ela não tombar”, contou Priscila à EPTV.

A situação revoltou pessoas que estavam no ponto, que chamaram a polícia: “Vi o carro de polícia, aí eu fui atrás, falei ‘por favor, pra eles ajudarem a gente’. Só a presença do policial, foi coisa de 5 minutos, eles mandaram um ônibus da Apae, especial da Princesa do Sul pra levar ela embora”, contou a animadora de festas Adriana, que denunciou o caso nas redes sociais.

Após polícia ser acionada, Princesa do Sul mandou van para pegar mãe e filha. Imagem: Reprodução Facebook.

Após polícia ser acionada, Princesa do Sul mandou van para pegar mãe e filha. Imagem: Reprodução Facebook.

A mãe da criança fez um boletim de ocorrência. Ela diz que não é a primeira vez que passa por isso, e que em outras ocasiões chegou a perder a consulta médica da filha. Há nove meses, ela entrou com uma ação judicial contra a Princesa do Sul por danos morais.

O PousoAlegrenet tentou um retorno da Princesa do Sul sobre os problemas de acessibilidade mas ninguém se manifestou até a publicação desta reportagem.