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Pouso Alegre sedia encontro internacional sobre o cultivo da mandioquinha-salsa

Sul de minas é destaque na produção da hortaliça, também conhecida como batata-baroa e cenoura amarela

Mandioquinha-salsa movimenta a economia no Sul de Minas (Foto: Nuno Madeira/Embrapa)

Pouso Alegre recebe nesta terça-feira (8) e na próxima quinta-feira (10) o encontros Nacional e o Latino Americano de Mandioquinha-Salsa, também conhecida como batata-baroa e cenoura amarela.

Uma das atrações será a apresentação de duas novas cultivares, a Catarina e a Rúbia. A última cultivar de mandioquinha-salsa foi lançada pela Embrapa em 1998, chamada de Amarela de Senador Amaral.

O evento começou nesta terça-feira (8) com um seminário em Pouso Alegre, com palestras técnicas e mesa redonda sobre comercialização. Nesta quarta-feira (9), haverá um dia de campo em Senador Amaral, com quatro estações e almoço com receitas à base de mandioquinha-salsa, além do lançamento das cultivares Catarina e Rúbia. Na quinta-feira (10) será promovido o Encontro Latino Americano, em Pouso Alegre, com apresentações sobre a produção e comercialização.

Sul de Minas é destaque na produção de mandioquinha-salsa

A escolha do Sul de Minas para sediar o evento é devido ao destaque da região na produção de mandioquinha-salsa: Ipuiuna, Espírito Santo do Dourado, Caldas e Pouso Alegre, são os principais produtores de todo o estado.

Com altitudes superiores a 900 metros, o Sul de Minas reúnem condições ideais para o cultivo e o desenvolvimento da hortaliça: tem clima ameno o ano inteiro, como ocorre na Cordilheira no Andes, centro de origem da mandioquinha.

As lavouras brasileiras de mandioquinha-salsa ocupam uma área equivalente a 15 mil hectares e movimentam cerca de R$ 2 bilhões anuais, sendo que as regiões Sul e Sudeste respondem por quase a totalidade da produção. No ano passado, MG produziu 67,8 mil toneladas da cultivar, numa área de 4 mil hectares.

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