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Pouso Alegre cria subsídio, e reduz tarifa do transporte público

Redução será de R$ 0,10 centavos. Crédito para o subsídio foi aprovado pela Câmara. Votaram contra os vereadores Wesley do Resgate, Dr Edson, Gilberto Barreiro e Hélio da Van

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Pouso Alegre vai passar a subsidiar o valor da tarifa de transporte público, pelo menos esse ano. A partir desta terça-feira (20), o valor cai R$ 0,10 centavos, saindo de R$ 3,90 para R$ 3,80 na linha urbana, e de R$ 5,20 para R$ 5,10 na rural.

O anúncio foi feito pelo prefeito Rafael Simões pelas redes sociais nesta segunda-feira (19), logo após a câmara aprovar a abertura de crédito para o subsídio da tarifa. O valor investido é de R$ 3,6 milhões. Votaram contra os vereadores Wesley do Resgate, Dr Edson, Gilberto Barreiro e Hélio da Van.

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Segundo a prefeitura, a redução valerá enquanto durar o período de vigor do fundo municipal de transporte.

Foto: Câmara

Subsídio da tarifa acontece em meio a crise no transporte coletivo

O subsídio acontece após a Expresso Planalto ameaçar interromper o serviço. Houve queda de mais de 50% no número de passageiros, e aumento nos custos, entre eles o da gasolina. Segundo a Planalto, a tarifa deveria custar mais de R$ 8.

A empresa reclama ainda a concorrência desleal das vans e serviços de aplicativos, que não são obrigados a fazer linhas com poucos usuários, como as rurais, e nem de fornecer passagens gratuitas, como para idosos.

"Não estamos passando dinheiro para uma empresa. Está na lei que é função do município ofertar o transporte publico coletivo. É política pública. São pessoas que com sua renda estão indo para o trabalho, para o comércio, em um pais que está em crise, gasolina lá no alto, inflação. É para essas pessoas que a gente está dizendo. Esse dinheiro, a gente está reservando para a sua tarifa não subir", disse Igor Tavares.

"A Van não vai no Pantano buscar passageiro, ainda mais se ele não for pagante. O Uber não vai nas Anhumas buscar um cadeirante. Ou a gente entende transporte público como transporte público, subvencionado como em qualquer pais desenvolvido do mundo. Ou a gente não avança nesse sentido. E aí a gente vai para o cada um por sí. Só que no cada um por sí, o cadeirante não tem benefício. O idoso não tem gratuidade. Estudante não tem meia passagem", explicou Bruno Dias.