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Poucas imagens da rua dificultam investigação do caso Marilda em Pouso Alegre

Apenas a câmera de segurança da escola ao lado da casa estava gravando, mas filma apenas o acesso da garagem, e não mostra o portão social; Polícia segue em busca de mais imagens em outros pontos que ela poderia ter passado

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Foto: PousoAlegrenet

A Polícia Civil enfrenta mais uma dificuldade na investigação do caso Marilda em Pouso Alegre: A falta de imagens.

As câmeras que poderiam com mais facilidade ajudar a solucionar a questão, são de uma casa ao lado. Mas o HD que registra as imagens não estava funcionando. Os moradores dessa casa já haviam relatado o problema a nossa reportagem no domingo (22).

A única câmera na rua que estava gravando, era a da escola ao lado. Mas o ângulo da câmera mostra apenas parte do acesso a garagem, e não o portão social da casa onde Marilda morava.

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Marilda tinha 37 anos (Foto: Redes Sociais)

As imagens mostram o carro de Marilda (um Corolla) sendo estacionado de ré. Esse detalhe tem importância, pois só assim o corpo dela poderia entrar no porta-malas sem que pessoas que passassem na rua pudessem ver. As Câmeras também registraram o momento de saída e chegada do carro do marido (uma caminhonete branca).

Com a falta de imagens da rua, a Polícia busca outras imagens das ruas ao redor, e de locais onde Marilda teria passado. Nesta quarta-feira (25), investigadores foram até locais onde ela teria ido comprar ração para o gato.

Celulares e equipamentos de informática do casal foram apreendidos. A maior dificuldade está sendo quebrar o bloqueio dos aparelhos Iphone e Ipad de Marilda.

Possíveis testemunhas, familiares e pessoas próximas ao casal também estão sendo ouvidas. Nesta terça-feira (24), a Polícia esteve mais uma vez na casa para procurar mais itens que pudessem a ajudar a elucidar o caso. Anotações e até remédios encontrados na lixeira foram apreendidos.

Foto: Arquivo Pessoal