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Golpista toma invertida de comerciante ao tentar se passar pela Vigilância Sanitária em Pouso Alegre

Golpista diz ter denúncia e pede que comerciante confirme protocolo, que na verdade é código do whatsapp. Comerciante tirou onda com golpista

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Um golpista tomou uma invertida de um comerciante ao tentar se passar pela Vigilância Sanitária em Pouso Alegre. O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira (8) com o comerciante Matheus Silva Domingues, que não caiu no golpe.

Em ligação, o golpista disse ser da Vigilância Sanitária e afirma ter recebido uma denúncia anônima de que o comerciante estaria desrespeitando as normas de proteção à convi-19, como o uso de máscaras e álcool 70%. Matheus negou informando que os clientes não acessam o seu estabelecimento, uma distribuidora de gás.

O golpista disse que teria que prosseguir com a apuração da falsa denúncia, e pediu que ele lhe informasse um numero de telefone para envio de um protocolo, que na verdade é um código de confirmação do whatsapp.

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Ele faz isso para tenta roubar o número do whatsapp da vítima. É bem simples. O golpista instala o whatsapp e insere o número da vítima. O whatsapp envia um código de confirmação para o número passado. O golpista liga para vítima perguntando se recebeu o protocolo corretamente e pedindo que o confirme. A vítima, sem perceber, acaba passando o código do whatsapp.

Mas Matheus não caiu no golpe. Na hora de passar o telefone para o golpista, ele disse: 99730-7070, aí 70 (cê tenta) denovo, e dai se você cansar, 60 (cê senta), e depois 70 (cê tenta) de novo”. O golpista desligou a ligação na hora.

Confira o áudio da ligação:

Vigilância Sanitária esclarece que não faz qualquer tipo de fiscalização por telefone

A Vigilância Sanitária esclarece que não faz qualquer tipo de fiscalização por telefone e que todas as denúncias são verificadas pessoalmente. Por isso, pede a atenção de todos para que não forneçam seus dados via telefone àqueles que se identificarem como membros da Vigilância.

Todos os fiscais do órgão são devidamente identificados, com crachás e coletes, e têm sempre o processo do estabelecimento a ser vistoriado em mãos.
Em caso de golpe, a vítima deve comunicar as autoridades policiais imediatamente.