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Acidentes na BR-459 matam 4 de cada 100 vítimas, o dobro da Fernão Dias, onde 2% morrem

Número sobe para 6% em casos de velocidade incompatível, e 8% em casos de 'falta de atenção na condução'

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Trecho da BR-459, na divisa entre Pouso Alegre e Congonhal, sempre registra muitos acidentes fatais (Foto: Arquivo PousoAlegrenet)

Sofrer um acidente, nunca é bom. Mas se for na BR-459, é ainda pior. Segundo dados do observatório da Polícia Rodoviária Federal, os acidentes nela matam 4 de cada 100 vítimas, o dobro da 381 (Fernão Dias), onde 2 em cada 100 morrem.

Em ambas, cerca de 60% dos acidentes ocorre em pleno dia, 30% em noite plena, 6% no amanhecer, e 4% no anoitecer. O tipo de acidente que mais acontece é a saída de leito.

Na 459, a colisão mais comum é a frontal, onde 12% das vítimas morrem. Na Fernão Dias, é a traseira, onde 1% das vítimas vão a óbito.

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A velocidade incompatível é a principal causa de acidente em ambas, e a chance da vítima morrer sobe para 6% na BR-459 e 3% na Fernão Dias.

A ‘falta de atenção na condução’ é a segunda maior causa em ambas. Na BR-459, ela é a mais fatal, resultando em 8 mortes para cada 100 vítimas. Na Fernão Dias, ela é a causa de 2% das mortes.

De 16 BRs que cortam Minas, a 459 é a 5ª com maior porcentagem de mortes

Segundo o observatório de dados da PRF, 16 rodovias federais cortam o estado de Minas. A BR-459, que corta Pouso Alegre, é a 5ª com maior porcentagem de mortes por vítimas.

A primeira (ou pior), é a BR-267, que dentro de Minas vai de Leopoldina até Poços de Caldas. Nela, 8 em cada 100 vítimas morrem. Depois vem as BRs 153, 251 e 365, ambas com 5% de mortes entre as vítimas.

Observatório da PRF

As informações são do observatório de dados da PRF, e compreendem apenas os trechos de responsabilidade da PRF dentro de Minas Gerais, no período de janeiro de 2020 a maio de 2022.

Obs: Na 459, a PRF é responsável apenas pelo trecho entre Poços de Caldas e Pouso Alegre. Todo o restante do trecho da 459 dentro de Minas fica sob responsabildade da Polícia Militar Rodoviária, e estão fora dessas estatística, assim como as estaduais, como a MG-290.