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Com câncer cerebral agressivo, ex-militar faz vaquinha para construir casa para a família em Pouso Alegre

Sem cura, tratamento busca apenas prolongar expectativa de vida, que após o diagnóstico é de apenas 15 meses em média. "Vou fazer uma coisa básica para fugir do aluguel e pra na hora que eu partir meus filhos e minha esposa tenham um lugar para ficar"

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Foto cedida ao PousoAlegrenet

Um ex-militar diagnosticado com um câncer agressivo está fazendo uma vaquinha para construir uma casa para a família em Pouso Alegre. Diego Jacometti, de 38 anos, descobriu o Glioblastoma multiforme de alto grau no cérebro há cerca de 4 meses.

Sem cura, o tratamento busca apenas prolongar vida do paciente. A expectativa de vida após o diagnóstico é de apenas 15 meses, em média.

“Comecei a ter bastante dor de cabeça, dores bem fortes, e fui no pronto socorro. Lá me medicaram e indicaram a procurar um neuro. O neurologista me pediu uma ressonância magnética e encontrou uma lesão no cérebro”, explica Diego ao PousoAlegrenet.

O tratamento consiste na retirada total do tumor com radioterapia e quimioterapia. Diego já realizou 3 cirurgias e atualmente passa por tratamento diário de radio e quimioterapia.

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O ex-militar trabalhou como cabo do Exército em Pouso Alegre por 7 anos. Formado em Sistemas de Informação, Diego trabalhava como analista de sistemas em uma empresa de Varginha antes do diagnóstico.

Com o tratamento, o Diego precisou parar de trabalhar. Ainda segundo ele, a aposentadoria por doença com valor mínimo deve acontecer em breve.

“Com a doença fui obrigado a parar de trabalhar, não consigo. Ninguém irá me contratar formalmente porque obrigatoriamente eu tenho que aposentar por doença. Estou no auxílio doença e quando terminar já vou fazer a perícia para aposentar”, explica Diego.

Pai de 2 filhos, o ex-militar sonha em construir uma casa para a família sair do aluguel. Ainda de acordo com Diego, a família já possui um terreno próprio.

“Já era uma coisa que a gente queria antes da doença, mas agora acabou sendo uma necessidade maior. Vou fazer uma coisa básica para fugir do aluguel e pra na hora que eu partir meus filhos e minha esposa tenham um lugar para ficar”, disse o ex-militar.

As doações podem ser feitas pela Vakinha virtual e pelo Pix (chave email: [email protected]). A família não tem uma estimativa de arrecadação para a construção da casa.