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Câmeras do olho vivo estão voltando a funcionar em Pouso Alegre

Empresa licitada pela prefeitura está fazendo o reparo das câmeras. 9 de 16 já voltaram a funcionar

Bandidos atiraram em Câmera do Olho Vivo, que já não funcionava (Foto: PousoAlegrenet)

Pouco mais da metade das Câmeras do sistema ‘Olho Vivo’ em Pouso Alegre voltaram a funcionar. As câmeras estão voltando a funcionar após a conclusão de uma licitação feita pela prefeitura para que uma empresa fizesse o reparo dos equipamentos.

Segundo a Polícia Militar, 9 das 16 câmeras já estão em operação novamente. Todas na região central. Um das que ainda não estão funcionando, é a câmera da rotatória da perimetral, onde dezenas de pessoas foram rendidas durante o ataque a caixa. Ainda não há informações de quando esta câmera voltará a funcionar.

Câmera fica no local onde bandidos concentraram os reféns (Foto: PousoAlegrenet)

Alcance de 1 km e nitidez até de noite

As câmeras têm alcance de um quilômetro e são capazes de garantir nitidez das imagens durante a noite. São 16 câmeras, sendo 14 na área central, todas colocadas em pontos estratégicos após avaliação de índices de criminalidade e possíveis rotas de fuga. As imagens captadas são enviadas para a central de monitoramento do Centro de Operações da Polícia Militar, o COPOM e em tempo real.

Esta câmera poderia registrar a troca de tiro entre bandidos e polícia (Foto: PousoAlegrenet)

Alerta após ataque a Caixa

O sistema foi implantado em 2015 através de uma parceria entre Governo do Estado, a Prefeitura de Pouso Alegre e a Polícia Militar. Mas aos poucos, as câmeras foram aos poucos parando de funcionar.

A falta das câmeras chamou a atenção da população no final de maio, quando bandidos atacaram a caixa e renderam dezenas de pessoas na Avenida Perimetral. Naquela região havia câmeras do Olho Vivo, mas que não estavam funcionando.

Se as câmeras estivesse funcionando, a PM teria ao menos conseguido saber desde o início da ação o que se passava no local. Poderia também identificar e abordar veículos suspeitos que transitavam pelas proximidades em apoio ao bando. Sem o olho vivo, as únicas imagens que a PM teve para auxiliar a ação eram as que circulavam pelas redes sociais.

Imagem: Redes Sociais