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Polícia Federal faz nova operação contra fraudes ocorridas entre 2012 e 2018 no Iprem de Pouso Alegre

Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Iprem e casas de ex-diretores em Pouso Alegre, e um em Rio Claro (SP)

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Foto: PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (27) uma nova operação contra fraudes ocorridas entre 2012 e 2018 no Iprem de Pouso Alegre. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão no Iprem e casa de ex-diretores em Pouso Alegre, e um na cidade de Rio Claro/SP.

Os ex-diretores são ligados ao grupo político do ex-prefeito Agnaldo Perugini (PT).

A Operação Encilhamento II, visa a colher provas da ação do grupo criminoso especializado em fraudar recursos de Instituto de Previdência. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária em Minas Gerais.

A investigação é o desdobramento da operação Encilhamento realizada pela Polícia Federal em São Paulo para desarticular uma organização criminosa que praticava fraudes envolvendo a aplicação de recursos de institutos de Previdência Municipais em fundos de investimento.

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Estes institutos continham, entre seus ativos, debêntures sem lastro, emitidas por empresas de fachada.

Na operação paulista foram identificados 28 institutos de previdência municipais com investimentos em fundos que adquiriram, direta ou indiretamente, papéis sem lastro.

Estas aquisições foram feitas através de uma empresa de consultoria contratada pelos institutos e com apoio de servidores do mesmo.

Se condenados, os suspeitos podem responder por crimes como associação criminosa, corrupção passiva e ativa e fraude à licitação e gestão fraudulenta.

Em maio o Iprem de Pouso Alegre anúncio um déficit de quase R$ 800 milhões. Além do prejuízo causado pelos investimentos em empresas de fachada, uma avaliação atuarial apontou uma possível fraude nos números apresentados entre 2011 e 2017.

Iprem emite nota