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Governo de MG aceita perder poder de nomeação, e FUVS volta a ter conselho eleito em 2017

Acordo judicial entre a FUVS e o atual Governo de Minas interrompe disputa judicial que havia sido amenizada com eleição e nomeação de uma novo conselho em 2018. Essa é a quinta alteração nos últimos três anos

FUVS volta a ter conselho diretor eleito em 2017 (Foto: Arquivo)

A Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS) terá uma nova mudança em seu conselho diretor. Devido a uma disputa judicial, essa é a quinta alteração nos últimos três anos.

Segundo comunicado divulgado pela FUVS nesta terça-feira (8), o atual conselho diretor dará lugar ao conselho diretor eleito em 2017, após mudança no estatuto.

A mudança em 2017 gerou uma disputa político-judicial entre a FUVS e o Governo de Minas, que na época estava sob administração de Fernando Pimentel (PT). Até então, o governador tinha o poder de indicar o conselho diretor após eleição de uma lista tríplice. A disputa só foi amenizada em 2018, com a realização de um nova eleição e nomeação.

Conforme a FUVS, o Governo de Minas, atualmente administrado por Romeu Zema (Novo), reconheceu neste mês a mudança feita em 2017. Até então, o governo entendia que as mudanças só poderiam ser feitas através de alteração na lei, e aprovada na assembléia legislativa.

Ainda de acordo com a FUVS, houve um consenso do atual conselho diretor, com o Governo de Minas, Ministério Público e as unidades que fazem parte da FUVS, para que o Estatuto de 2017 voltasse a vigorar, e um acordo judicial foi firmado.

Com a nova mudança, deixam o conselho José Walter da Mota Matos, Eliéser Castro e Paiva, e Lucas da Silveira. Quem assumirá é o médico Dr. Elísio Meirelles de Miranda, como presidente, e o advogado Leonardo de Oliveira Rezende, como vogal. Uma nova eleição ainda deve acontecer para escolher um novo membro, já que Luiz Roberto Martins Rocha, eleito em 2017, não está mais nos quadros de funcionarios da FUVS.