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Retrospectiva 2016: Economia de Pouso Alegre contrasta maior perda de empregos com maior arrecadação do Sul de Minas

Cidade perdeu postos de trabalho com fechamento de fábricas. Aeroporto também não decolou. Até novembro cidade foi a que mais arrecadou ICMS no Sul de Minas

Entre a população das grandes do Sul de Minas, a de Pouso Alegre foi a que mais sentiu a crise econômica. A cidade foi a que mais perdeu empregos durante o ano. Para quem investe, a cidade parece que perdeu um pouco do apelo. Ela ficou de fora das 100 melhores cidades para se investir, após 2 anos na lista.

Fabricas fecharam

Sumidenso fechou fábrica

Fábricas foram fechadas. A Tigre encerrou o processo de fechamento em janeiro. Em Abril, A J. Macedo fechou de forma inesperada e 130 perderam os empregos. Em agosto foi a vez da Sumidenso anunciar o fechamento da fábrica, deixando 700 pessoas sem emprego na cidade.

Aeroporto não decolou

Aeroporto não decolou

Esperança de mais desenvolvimento para a região, o tão anunciado aeroporto de cargas não vingou. Licitações foram canceladas por falta de interessados. O prejuízo aos cofres públicos chega a R$ 13 milhões com consultorias, e os números apontam que o empreendimento pode ser inviável.

Empreendedores mantem a esperança

Cimed anunciou expansão da Fábrica

Mas nem tudo foi ruim no cenário econômico. A Cimed anunciou expansão da fábrica, e pode gerar até 500 empregos na cidade em 2018. O CEMA comemorou aumento nas vendas após mudança para um galpão a beira da Rodovia Fernão Dias. Instituições como Asmec, Acipa e Sebrae se uniram para promover eventos em apoio ao empreendedorismo.

Comparação com grandes do Sul de Minas

Até novembro deste ano, Pouso Alegre perdeu mais empregos do que Poços e Varginha. Ao todo foram 689 nesses 11 meses.  Varginha conseguiu ter aumento de empregos.

Pelo menos na questão financeira, parece que a cidade superou os vizinhos em 2016. Até novembro, os cofres públicos de Pouso Alegre arrecadaram mais com o ICMS do que Poços e Varginha. Pouso Alegre também encerrou o ano com aumento de 11% nas vendas de Natal, mais do que nas duas vizinhas.

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